(via descrevos)
Prisão
Não há selas, cadeados ou correntes que possam encarceirar a mente do ser humano. No entanto, para isso, há a religião.
não sei por que
me rasgo pelos
outros mesmo sabendo
que me costurar
dói do mesmo jeito
depois.
rupi kaur
“Meu coração é totalmente desarmado. Se eu amo, amo mesmo. Se eu confio, confio mesmo. Mas, o tempo, o aprendizado que vem com as circunstâncias, têm me ensinado que inocência é coisa pra andar bem juntinho da sabedoria. Meu coração é desarmado, mas grande parte dos outros não é.”— Ana Jácomo
As madrugadas se tornam eternas, a escuridão é minha parceira. A lua a minha única amiga, ela tenta, mas nem sempre consegue iluminar essa selva negra.

Adorei f+
Me prensou na parede colando sua boca na minha, seu cheiro me inebriava, e estar tão perto dele me deixava completamente fora de mim.
- Sentiu minha falta, princesa? - disse colando seus lábios em meu pescoço, me fazendo gemer no mesmo instante. Sua língua passeou por meu pescoço, pousando sobre o decote que tampava meus seios.
- Café pequeno, chefe! Me virei muito bem sem você. - Eu disse antes de colar nossos lábios em um beijo lento que me fez subir nas paredes. Com uma mão ele puxava meus cabelos, e com a outra, alisava meu corpo, passeando pela barriga e em seguida, apertando a minha bunda.
- Será porque não consigo acreditar em você? Sentiu minha falta, Bru. Quer tirar a prova? - Enfiou sua mão dentro da minha calça e alisou minha calcinha. Eu gemi mordendo seu pescoço e envolvendo seus cabelos em minha mão, puxando sem me importar em machuca-lo. Eu estava absolutamente molhada, ele acabava comigo e sabia disso. Enfiou sua mão por dentro da calcinha e começou a massagear meu clitóris em um ritimo que mais parecia uma tortura.
- Maaais! Acaba com isso logo.
- Pede direito que eu te dou.
- Não sonha, Fê.
- Pede, princesa.
Ele parou de me masturbar e me beijou. Eu gemi em protesto.
- Me faz gozar, por favor.
Enfiou sua mão em mim de novo, o dedão massageava meu clitóris enquanto ele enfiava dois dedos em mim. Gozei em sua mão, e ele sorriu ao sentir os seus dedos se encharcarem. Retirou os dedos lentamente e selou nossos lábios. Virou e me deus as costas, me deixando sozinha no banheiro daquela boate.soooltinha




